segunda-feira, 12 de julho de 2010

Touch & Go


Um equipamento divulgado pelo site “Yanko Design” mostra como a tecnologia pode facilitar a locomoção de deficientes visuais. Idealizado pela designer russa Natalia Ponomareva, o Touch & Go -- ainda não disponível no mercado -- permite que o usuário receba instruções via fone de ouvido e também em um dispositivo “vestível”.
O equipamento -- que pode ficar preso ao braço, à mão ou à roupa -- coloca o usuário no centro da tela e indica de forma tátil para onde ele deve se movimentar até chegar ao local de destino. Dessa forma, se a ordem for virar para a direita, uma flecha em alto relevo fará isso na superfície do aparelho.
Caso o Touch & Go identifique algum obstáculo, ele pode fotografar este objeto e reproduzir seu formato no navegador, usando para isso um desenho simplificado. O objetivo é fazer com que o usuário identifique, com a ponta dos dedos, o que está a sua frente.





Novo Uno


O Novo Uno aposta num design que, ao Brasil, chega com sabor de inovação, ou pelo menos chegaria, não fosse o lançamento do Kia Soul em 2009. O estilo foi batizado de Round Square
(literalmente, "quadrado redondo"). O nome é autoexplicativo, mas a primazia do estilo parece pertencer a alguns modelos japoneses; uma referência confessa -- citada à revista Quatro Rodas por um designer da Fiat -- é a Scion, marca pop da Toyota nos Estados Unidos. Mas modelos e protótipos anteriores da própria Fiat namoraram essa estética.
A Fiat decidiu também oferecer kits de personalização, todos com itens visuais externos e/ou internos, como adesivos decorativos e painel com moldura em preto brilhante. São seis de fábrica: Square e Smile para a Vivace, Jeans e Sunny para a Attractive e Tribal e Steel para a Way. Além deles, haverá outros três disponíveis nas concessionárias: WWW, Arabesco e Podium. Quanto às cores, são 14, três delas exclusivas da Fiat e compatíveis com a proposta jovem do Novo Uno: amarelo citrus, azul splash (para Vivace e Attractive) e verde box (na Way).


Alguns dados fornecidos pela Fiat: entre designers e engenheiros, 600 profissionais gastaram cerca de um milhão de horas no (então chamado) "projeto 327". Foram construídos 99 protótipos, além de 88 unidades para verificação da montagem. Entre pré-série e pré-produção, surgiram mais 239 "quase-Unos". Fechando a conta: antes de o Novo Uno nascer oficialmente houve 426 carros de teste. Vários foram flagrados nos arredores da empresa. Depois, vazaram fotos de divulgação, quase certamente de dentro da Fiat. Por fim, a montadora decidiu liberar algumas imagens oficiais do carro. E hoje, ao anunciar os preços do Novo Uno como quem solta bombas sobre a concorrência, a Fiat lançou os dados de sua sorte no Brasil para os próximos anos.

O modelo da marca italiana chega com três acabamentos -- Vivace, Attractive e Way -- e duas opções de motorização -- os propulsores Fire EVO 1.0 e 1.4 --

Vivace 1.0: R$ 25.550
Way 1.0: R$ 26.690
Attractive 1.4: R$ 29.280
Way 1.4: R$ 30.070

domingo, 25 de abril de 2010

Cadeira de espaldar alto


A harmonia e a proporção são características típicas das obras de Mackintosh.

Arquiteto e designer escocês, representativo da Escola de Glasgow, caracteriza-se por um estilo de formas e ritmos enfaticamente geométrico. A requintada depuração da cadeira de Hill House (1902) poderia facilmente passar por uma obra contemporânea. Com o seu geometrismo e concentração no ritmo, Mackintosh influenciou muito diretamente o estilo da Secessão Vienense e da Wiener Werkstäat graças a uma exposição da sua obra em Viena.

“Charles Rennie Mackintosh usou predominante e magnificamente a linha reta e a simplificação formal. As cadeiras de Mackintosh na sua madeira habitualmente escura são um marco na história e perduram até hoje como belíssimos exemplos de design, simplificação e beleza.”


sábado, 24 de abril de 2010

Bandeja refresca alimentos através da evaporação



O designer industrial Dennis Cheng desenvolveu um sistema de refrigeração simples que permite que frutas e verduras sejam resfriadas utilizando apenas os efeitos naturais da evaporação. O eva2o abre mão da electricidade para ajudar as pessoas a voltarem a utilizar métodos mais naturais de resfriamento e armazenamento de alimentos.

O conceito baseia-se no princípio do resfriamento por meio da evaporação – da mesma forma que funciona com o nosso corpo através do suor. Esse resfriamento acontece porque a água, quando evapora, absorve calor do próprio líquido e do ambiente - esfriando aquilo que estiver em contato com ela.

Pensando nisso, o sistema foi projetado utilizando paredes duplas, feitas de cerâmicas vidrada (parte superior – onde ficam armazenadas as frutas e legumes) e não vidrada (parte interior – que comporta a água).

O design do eva2o permite tanto o ar como a água circularem entre as paredes do objecto, facilitando o processo de evaporação. Além disso, a natureza porosa dos pratos permite que a água evapore através das bandejas, afastando o calor do objecto e, consequentemente, das frutas e verduras que estiverem repousados ali.
Com um design arrojado e com uma atenção aos detalhes (como a janela de fácil abertura), o conceito ainda tem outra vantagem: facilita o acesso a frutas e verduras e, com isso, ajuda a alertar aos moradores da casa quando a maça, por exemplo, já está a passar da validade e precisa de ser consumida antes de acabar no lixo.

O resultado final é menos desperdícios, menos consumo energético e uma prova de que métodos antigos aprimorados com novas tecnologias e design inteligente ainda podem dar muito que falar.




Fonte: http://pelanatureza.pt/ecoprodutos/noticias/bandeja-refresca-alimentos-atraves-da-evaporacao

quarta-feira, 31 de março de 2010

Sr. Informação

A Staatliches-Bauhaus (casa estatal de construção, mais conhecida simplesmente por Bauhaus) foi uma escola de design, artes plásticas e arquitetura de vanguarda que funcionou entre 1919 e 1933 na Alemanha. A Bauhaus foi uma das maiores e mais importantes expressões do que é chamado Modernismo no design e na arquitetura, sendo uma das primeiras escolas de design do mundo. A escola foi fundada por Walter Gropius em 25 de abril de 1919, a partir da reunião da Escola do Grão-Duque para Artes Plásticas com a Kunstgewerberschule. A maior parte dos trabalhos feitos pelos alunos nas aulas-oficina foi vendida durante a Segunda Guerra Mundial. Apesar de ter passado por diversas alterações em seu perfil de ensino à medida que a direção da escola evoluía, a Bauhaus, de uma forma geral, acreditava que os seus próprios métodos de ensino deveriam estar relacionados às suas propostas de mudanças nas artes e no design.

Um dos objetivos principais da Bauhaus era unir artes, produzir artesanato e tecnologia. A máquina era valorizada, e a produção industrial e o desenho de produtos tinham lugar de destaque. O Vorkurs (curso preparatório) era um curso exigido a todos os alunos e ministrado nos moldes do que é o moderno curso de Desenho Básico, fundamental em escolas de arquitetura por todo o mundo.

Não se ensinava história na Bauhaus durante os primeiros anos de aprendizado, porque se acreditava que tudo deveria ser criado por princípios racionais ao invés de ser criado por padrões herdados do passado. Só após três ou quatro anos de estudo o aluno tinha aulas de história, pois assim não iria influenciar suas criações.


Com esse objetivo, o professor da Universidade Federal de Santa Catarina, Luiz Salomão Ribas Gomez trouxe a idéia para a discilplina de História e Evolução do Design, de fazer design com apenas um material: jornal. Entendendo-se assim, na prática o método da Escola Bauhaus.


- Criou-se primeiramente através da idéia de que muita informação, não traz informação alguma, o Sr. Informação:


- Após, foi feita uma intervenção na parede da sala de aula com muitas páginas de notícias, matérias, propaganda...



- Objetivo final: colocar o Sr. Informação diante da parede criando uma mistura.



- Resultado, o homem some no meio de tanta informação.



terça-feira, 23 de março de 2010

Luminárias

"Light Drop" criação do designer Rafael Morgan, foi criado para fazer as pessoas pensarem no elemento água como a fonte principal de energia para toda a vida neste mundo.



Negrito


Cansados do padrão de mercado dos bulbos da lampadas fluorescente compactas, este grupo de designers resolveu tirar aquela velha aparencia dos modelos comercializados atualmente, para trazer "vida" e "animo" à essas lâmpadas, através de um protótipo inicial pretendem desenvolver diversos outras formas revolucionando este mercado.





O design de luminárias no Brasil nunca esteve tão forte quanto atualmente, onde grandes nomes despontam tal como do designer Fernando Prado com suas criações para a Lumini, e com grande reconhecimento internacional devido as premiações recebidas do iF Awards, de suas luminárias, como também o caso do projetor de led da fabricante Everlight.

Com isso há também a tendência do arquiteto desenhar suas luminárias para adequação aos projetos de interiores por eles desenvolvidos.

O sucesso do design japonês

O design japonês vem aumentando consideravelmente no mundo dos negócios. Uma pesquisa recente do Instituto Marubeni mostrou que as exportações culturais do país (filmes, livros, músicas e outros itens) triplicaram num período de dez anos. Aumentaram de 5 bilhões para 15 bilhões de dólares. O lado mais visível desse salto são os desenhos animados. Estima-se que 60% de todos os cartuns vistos na televisão sejam de origem japonesa.
A influência de artistas e produtos japoneses se faz sentir nas mais variadas indústrias. Na moda, o artista plástico Takashi Murakami virou sensação. Designer da Louis Vuitton, Murakami é o autor de uma linha de bolsas que rende hoje para a empresa francesa cerca de 300 milhões de dólares por ano.